Plato’s Tree Cut Down For Firewood:

http://greece.greekreporter.com/2013/01/17/platos-tree-cut-down-for-firewood-2/

Mais notícias do estado da situação na Grécia. Saiu agora a notícia de que a oliveira sob a qual Platão se sentava, o único exemplar sobrevivente do bosque junto à famosa Academia, foi cortada para servir como combustível durante a actual vaga de frio.

O que traz de volta uma pergunta que por vezes me atormenta: Qual é realmente o valor do nosso trabalho com o património face à tanta falta de coisas essenciais pelo mundo? Será a preservação do património um luxo apenas para sociedades que já resolveram todas as necessidades básicas de alimentação e segurança? Ou estamos num ponto universal em que o direito à memória e à preservação do passado deviam já ser direitos básicos protegidos pelos estados?

Entre correr o risco de congelar ou salvar uma árvore histórica, parte da identidade nacional, o que escolheríamos? E será que quem a cortou saberia realmente o que aquela árvore significava?

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