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“O interface entre a ciência e o público continua a ser um dos territórios mais inexplorados da ciência”

São palavras de Pedro Russo, astrónomo e International Project Manager (IPM) do European Union Universe Awareness project, a propósito desta questão do relacionamento entre a ciência e o público.

Recomendo as notas fornecidas pelo mesmo em: https://medium.com/ciencia-e-sociedade/e03b0dfbae2c

apresentação teve lugar no SciCom PT 2013, O Congresso de Comunicação de Ciência, que se apresenta como “ponto de encontro e discussão para todos os que trabalham e se interessam pela comunicação e divulgação da Ciência”, e que decorreu de 26 a 28 de Maio no Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva.

Como este diz, “Sem uma gramática da ciência estamos a incapacitar as gerações presentes e futuras para a compreensão do debate e ideias que afectam as suas vida. E isso é perigoso e até criminoso.”

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É esse um dos principais objectivos da Festa da Arqueologia, que terá lugar no Museu Arqueológico do Carmo já este fim-de-semana. E foi esse o tema que levei na minha apresentação de poster.
No panorama de um excelente congresso só pude lamentar a inexistência de representantes de tantos outros excelentes projectos de comunicação de arqueologia que existem pelo país.
Parece faltar ainda aos profissionais de Arqueologia perceber que a comunicação de ciência não é só para “as outras” ciências.

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