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That’s how  starts his article for The Guardian: Tutankhamun does not deserve this 21st-century desecration.

The author considers “crass and morbid” the digital images representing theGuardian Tutankhamun Egyptian mummy that came up after the scanning project that recently took place. I tend to agree, specially with the consideration that “like any scientific breakthrough, these techniques need to be used with intelligence and sensitivity”. New technologies are a great opportunity for the development of the archaeological field, but should those developments be made at the expense of loosing the fascination and mistery of the subject? Couldn’t this breakthrough discovery be communicated better?

“Deixem o pobre Tutankhamun em paz”. 
É assim que Jonathan Jones inicia o seu artigo para o The Guardian: ‘Tutankhamun não merece esta profanação do séc.XXI’.

O autor vê a recente reconstituição virtual da múmia egípcia, que surgiu depois do seu projecto de scaneamento, como “grosseira e mórbida”. Eu tendo a concordar, especialmente com a ideia de que “tal como qualquer descoberta científica, estas técnicas devem ser usadas com inteligência e sensibilidade”. As novas tecnologicas representam uma vasta oportunidade para o desenvolvimento da arqueologia, mas será vantajoso usá-las quando prejudicam o seu fascínio e mistério?
Poderia esta descoberta ter sido comunicada de melhor forma?

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